- Oitava Série. CMAQ

"A poesia é a mínima distância entre o sentimento e o papel" – Levi Trevisan

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Contos – Moacyr Scliar

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Madalena, feliz natal!
Era véspera de Natal, já era tarde, o senhor ainda estava sozinho no bar, uma moça,devagar, se aproxima do homem. Ele a convida para sentar e, logo após ela se acomodar, oferece um sanduíche e uma cerveja. Depois de alguns minutos de conversa, o sanduíche e a cerveja chegam, mesmo sabendo que a mulher havia recusado o lanche, ele parte-o ao meio. Ao mesmo tempo em que a garota devorava os dois conversavam.
- Como é seu nome? – perguntou a mulher.
- Rotulo! E o seu? – indagou o homem.
- Madalena!
Depois de muita conversa e risadas, Rotulo, de 71 anos, já estava cansado, retirou duas notas de 100 do bolso e deu à mulher, com um único olhar ela o retribuiu.
- Moro neste prédio aí da frente. Feliz Natal, Madalena.

Charles Kiefer

Atendimento ao domicílio
Pegou o telefone e, fechando os olhos enquanto falava, solicitou que deveria ter olhos verdes, do seu apartamento o desligou. Deitou-se no sofá e ficou pensando em todas as mulheres que contara para seus amigos que transou… Jaqueline, 19 anos, peitos pequenos; Andresa, médica, cabelo comprido castanho; Nikita, a garota do chicote. O homem pensava encabulado do assunto, refletindo todas as mentiras que já havia contado.
Chega o meio dia e ele,com 51 anos, empresário bem sucedido, vai almoçar. Vitela, massa, vinho, um verdadeiro banquete, depois de deixar uma gorjeta bem gorda o senhor dar uma pequena volta pela cidade apreciando a paisagem olha, atento para o relógio, já estava quase na hora. Entrou correndo no apartamento, pegou uma toalha limpa e foi para o banho, fez a barba e passou perfume por todo o corpo, botou novos lençóis na cama e preparou algumas bebidas, sentou-se no sofá aguardando a campainha.
Din Don! Rapidamente ele se levanta e abre a porta.
Além dos olhos verdes, conforme havia solicitado à agência, o rapaz era alto, loiro e robusto.

Charles Kiefer
Trem fantasma
Depois de duas semanas, enfim, o médico confirmou que meu melhor amigo Matias estava com leucemia, o maior desejo de Matias era ir a um trem fantasma, mas não seria possível, pois não havia este brinquedo na cidade. A mãe de Matias me deu dinheiro para cumprir o último desejo de meu amigo. Peguei um ônibus e fui até a cidade mais próxima com o brinquedo, andei e andei, várias vezes anotando tudo. Seria muito difícil montar um trem fantasma, mas estava disposto a fazê-lo. Depois de muito tempo, tudo estava pronto, botei-o dentro de um carrinho de supermercado e comecei a empurrá-lo pelo corredor, a porta do salão se abriu, entrei por ela e ai estava a mãe de Matias vestida de bruxa com uma roupa preta, dei duas voltas no corredor e saí, a próxima parada foi no banheiro onde Matias encontrou seu pai enforcado, após isso virei para o quarto de suas irmãs que estavam apunhaladas. Matias estava exausto, mas mesmo assim estava muito feliz, algumas semanas depois Matias morreu.

Moacyr Scliar

Os turistas secretos
A história conta a vida de um casal muito invejoso, cujo sonho era viajar para o exterior, mas com o salário de professora de creche e de um pequeno funcionário nunca conseguiram realizar a viagem. Depois de algum tempo, inventaram um plano que utilizaram muitas vezes, sempre na época das férias o casal ligava para todos os amigos avisando que não estariam na cidade, pois iriam viajar, mas eles ficavam o tempo inteiro dentro de seu apartamento mandando cartões postais de Florença e de outros lugares. Depois de um mês, ligavam para os amigos avisando que haviam voltado, convidando-os para ver algumas fotos da viagem (montagens). Mas depois de algum tempo os amigos descobriram toda essa invenção. Cansada de tantas mentiras a mulher se separou de seu marido e as últimas palavras dois foram:
- Eu me diverti muito com você – disse ela
- Fomos muito felizes em Florença – suspirou ele

Moacyr Scliar

- Carlos

Escrito por oitavacmaq

Setembro 1, 2009 em 3:02 PM

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Uma História Só Pra Mim – Moacyr Scliar

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O livro conta a história de um menino que cria histórias para a própria vida, ou seja, vive no mundo de personagens que conhece nos livros. João é assim, um garoto angustiado, com dificuldades para fazer amizades. Contudo, apesar desse perfil nada atrativo, o jovem chama a atenção de Rodrigo, um de seus vizinhos do prédio. Na opinião de Fernanda, ele não passa de um “nojentinho” e para Rafael, outro integrante do grupo de jovens do prédio, João é um completo e perfeito, mistério.
Na primeira conversa com os jovens do prédio, ele conta a sua história de vida, dizendo até que seu pai morreu. No entanto, o filho do escritor Brandão Monteiro tinha suas razões para ser esquisito. Ambos não tinham contato. Apenas o filho, que em busca da leitura dos livros do pai, tentava incorporar as histórias, como se fossem sua própria história.
Rafael também se mostrava inquieto, mas por outras razões. Estava com ciúmes de Fernanda, de quem tinha uma bronca antiga. E, por causa disso, repetia a todo o momento: ‘’Não sei. Essa história não fecha. Para mim, essa história não fecha. ’’ O resto da turma, porém, não compartilhava de tal desconfiança. João agora parecia simpático. Resultado, como o passar dos dias, os “novos” amigos do rapaz começaram a achá-lo cada vez mais estranho. Um dia, João fica doente e os dois amigos resolvem ajudá-lo.
É com a ajuda de Rodrigo e de Rafael que os dois, pai e filho, encontram-se e se “reconhecem”. Com esta amizade firmada, a vida do jovem começa a ganhar mais brilho, pois cada um é que precisa escrever a sua própria história na vida cotidiana.
Acredito que seja assim nos dias atuais. Muitas famílias se distanciam por problemas e, às vezes, as pessoas que podem nos ajudar estão ali, ao nosso lado, temos só que dar um empurrãozinho pra que tudo aconteça. Uma História só Pra Mim, esse foi o título dado a esta história, de Moacyr Scliar, cada um é responsável pelos seus atos, a gente é que escreve nosso próprio futuro.

- Jéssica

Escrito por oitavacmaq

Agosto 26, 2009 em 5:54 PM

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O Mistério da Casa Verde – Moacyr Scliar

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Arturzinho, André, Pedro Bola e Léo eram grandes amigos. Arthurzinho era o líder do grupo. Eles moravam na cidade de Itaguaí e queriam um lugar para fazer reuniões e festas. Decidiram então que o lugar seria a Casa Verde, oo antigo hospício, pois no momento a casa estava abandonada. Todas as pessoas da cidade diziam que a casa era mal assombrada.
No dia seguinte da decisão, os meninos estavam nos fundos da casa. Quando eles entraram, se surpreenderam com a limpeza do local e depois viram um homem vestido com roupas antigas. Assustados, saíram correndo do local. Todos achavam que era um fantasma, mas Léo sabia que não era, pois tinha um prato com bananas em cima da mesa, e fantasmas não comem bananas. Pedro Bola e André não queriam voltar para lá, mas Léo e Arturzinho sim. Decidiram por cara ou coroa se iam falar com o homem ou não. Se desse cara, falariam com ele, e se desse coroa, não. Deu cara.
Os meninos foram de novo no outro dia para a Casa Verde, mas os que entraram foram Arturzinho e Léo, pois os outros dois estavam com medo. Quando entraram na casa, foram até a sala onde encontraram o homem, e lá estava ele de novo, afirmava ser o alienista, disse que os garotos eram loucos e os expulsou de lá.
Investigando, os meninos perceberam que tinha alguém que sempre ia levar comida para o homem, porque ele era muito pálido, parecia que nunca saía para ver o sol. Arturzinho viu uma moça entrando, com sacolas de comida e roupas. Quando ela saiu, ele a seguiu até a casa delae e anotou o endereço. Ficou gamado nela, pois a menina era muito bonita.
Marcaram uma reunião para as seis horas na pizzaria do Marcolino, iriam compartilhar as informações entre eles. Léo disse que tinha pesquisado sobre o alienista, e a sua professora lhe explicou toda a história em que o Dr. Simão Bacamarte inaugurou um hospício e se dedicava aos estudos da loucura humana através dos pacientes que tinha internado, mas que, com o passar do tempo, ele passou a internar pessoas sãs até gerar uma rebelião em que um barbeiro assumiu o poder da cidade. Porém, logo ficou ao lado do médico e depois foi derrubado por um novo barbeiro, enquanto Simão continuava a prender as pessoas, até que uma ajuda de fora veio e restabeleceu a ordem e o médico acabou afirmando que todos eram loucos e que, no entanto, isso era o comum e, como só ele estava são, deveria se internar até tornar-se louco como os demais, ficando sozinho na Casa Verde até sua morte.
Com isso, os meninos foram embora. Artuzinho e André fizeram uma aposta de que o primeiro traria novas informações em três dias. Artuzinho procurou a menina que ajudava o homem da Casa Verde, e os dois saíram juntos. Quando ele a encontrou, contou a ela que sabia que levava comida para o louco da asa verde. Eles começaram a conversar, a menina falou que se chamava Lúcia e era filha do homem, e contou sobre a história deles.
Artuzinho só contou as novidades a Léo e ao seu pai. Como o seu pai era médico, pediu ao filho que fosse conversar com um psiquiatra, sobre o homem da casa verde. Arturzinho convidou Léo para ir junto ao psiquiatra. O psiquiatra os ajudou a pensar melhor sobre esse assunto e disse também que poderia ajudar o possível “louco”.
Artuzinho procurou Lúcia e lhe disse que o psiquiatra poderia ajudar o seu pai. A menina ficou de decidir e já estava indo embora quando André a segurou exigindo que Artuzinho a apresentasse. Os dois brigaram quando a menina foi embora e, depois da briga, Artuzinho ficou sozinho no local. Como os garotos tinham comentado em voz alto sobre a presença de um morador na Casa Verde, um repórter da cidade que estava ali ouviu tudo se interessou pela história, tentou arrancá-la de Artuzinho, mas não conseguiu.
No dia seguinte, para fazer as pazes, uma nova reunião foi convocada, mas Pedro Bola chegou com a notícia de que havia uma multidão na frente da Casa Verde e que o repórter iria revelar o segredo do hospício. Entretanto, antes que as portas fossem abertas, Artuzinho e seus amigos, juntos com Lúcia e o Psiquiatra, chegaram.
Um rapaz exigiu saber o segredo e como tinha grande porte físico foi passando por todos, mas nesse momento, Jorge, o morador da Casa Verde, saiu de lá.
O assunto foi explorado, mas não deu em nada. A Casa Verde foi dividida. Metade transformou-se em clube, como os rapazes queriam, e outra em museu, em homenagem a Machado de Assis. Uma sala foi mantida com exemplo dos hospícios da época e uma área foi reservada para Jorge, que era tratado pelo psiquiatra, encenar a história do Alienista.
Lúcia ficou muito agradecida pelo o que Arturzinho e seus amigos fizeram por ela e seu pai. Então, Artuzinho e Lúcia começaram a namorar.

- Fernando

Escrito por oitavacmaq

Agosto 26, 2009 em 9:18 AM

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Os Deuses de Raquel – Moacyr Scliar

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O livro do escritor gaúcho Moacyr Scliar conta a historia de Raquel, narrada por um dos personagens (o que só descobrimos no final do livro). É narrada em duas épocas, o tempo de hoje, e alguns lampejos da infância e da adolescência de Raquel, os quqis ajudam a entender melhor a história.
De família judia, os pais de Raquel, Ferenc e Maria se mudam da Hungria para o Brasil, Porto Alegre, e depois de muito tempo, o pai de Raquel não arranja o tão desejado emprego como professor de latim, pois era isso que ele sabia fazer, e sua mãe, grávida, começava a reclamar de que iriam ficar sem nenhum dinheiro. Assim, o pai de Raquel resolve abrir uma loja de ferragens no bairro Partenon. Quando Raquel nasce, ele a manda para a única escola do bairro, uma escola de freiras, sua mãe é totalmente contra, mas a menina precisava de educação, e o pai acabou convencendo sua mulher.
No colégio de freiras, Raquel começou a se sentir dividida, entre seu Deus judeu e o Deus católico, principalmente depois de uma peça de colégio sobre pecado, e as razões que levam as pessoas para o inferno. Secretamente, ela começa a converter-se ao catolicismo, na loja de ferragens seu pai contrata um menino do sanatório que haveria fugido de casa e o chamavam de louco, mas era bom menino, tinha uma ideia fixa na cabeça que teria que construir um templo para o que tudo vê, e arranhava algumas palavras em latim, o que conquistou o pai de Raquel.
Este Miguel e Raquel ficam muito amigos, ela a ajuda nos temas, e Raquel sempre o visita no alto do morro aos domingos, quando Miguel trabalhava no projeto do templo.
As coisas começam a mudar quando no colégio de Raquel entra outra menina judia, Raquel a observa e pensa que a nova aluna não é digna de rezar a virgem Maria, faz o sinal da cruz sem respeito, e acha até que cruza os dedos quando responde a perguntas sobre catecismo. Raquel arranja briga com a menina e pode até ser expulsa, mas algo acontece, o colégio é incendiado. Há muitas idas e vindas até chegar o tempo “atual”, Raquel se apaixona pelo marido de uma antiga amiga, e até chegam a ficar juntos, porém ele morre em um acidente de pedalinho. Ela assume a loja de ferragens junto com Miguel, já que seu pai decide se aposentar e se dedicar ao latim. No final do livro, em uma das várias discussões com Miguel, ela descobre que a vida toda se sentiu vigiada por ele, o que tudo vê,como o chamavam, mas aquele cujo nome não podia ser pronunciado, Jeová, que a levou para ver o templo finalmente concluído.
A linguagem é fácil apesar da data da obra, interessante, pois o título do livro nos dá muitas opções de história e a obra não é muito extensa, podendo ser lida em um dia se você tiver um tempo livre, isso é prático. Entretanto,a história poderia ter mais detalhes, para explicar melhor certos acontecimentos, ainda mais com tantas passagens para a infância da menina.

- Karina

Escrito por oitavacmaq

Agosto 26, 2009 em 9:07 AM

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Cavalos e Obeliscos – Moacyr Scliar

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Moacyr Scliar escreveu o livro com uma linguagem simples e de fácil compreensão, sendo que o mesmo foi narrado em terceira pessoa.
O livro fala de um garoto chamado Ernesto Mello, filho de Octavio Mello e Ana Mello e neto de um personagem conhecido na cidade de Potreiros e em todo o Rio Grande. Coronel Picucha era o nome do avô de Ernesto, ele era um gaúcho peleador que vivenciou muitas batalhas. E foi justamente com as histórias de seu avô que Ernesto, ao ver um concurso na TV, decidiu mandar um texto com a história de seu avô, um tempo depois ele foi escolhido para que seu texto virasse uma novela de TV.
Deixando sua mãe para trás, Ernesto foi pra o Rio de Janeiro para, junto com o produtor, adaptar o texto para a novela.
O garoto passou por apuros no avião, não quis comer porque pensou que ia pagar, passou mal. Chegou ao Rio de Janeiro, ficou admirado com a beleza. O seu hotel, 4 estrelas, para ele um luxo total.
Ficou um tempo sem receber o telefonema do produtor, telefonema muito esperado. Ele saiu as ruas e encontrou um velho, saiu correndo com medo de ser assaltado, o velho continuou atrás dele. Ao se perder em um beco sem saída, o velho o pegou e contou quem era. O velho homem era o coronel Picucha, seu avô, nem parecia aquele das históirias que ele escrevia.
Os dois foram para o hotel e conversaram, mataram a saudade. Picucha contou novas histórias, como aquela de quando sua tropa amarrou os cavalos no obelisco do Rio de Janeiro para afrontar os cariocas que, pelo visto, Picucha odiava, parecendo ser rancoroso.
O velho, vendo a aflição de Ernesto, que estava sendo enrolado pelo produtor, levou o garoto para o lugar onde ele encontraria o pilantra. Chegando lá, descobriram que o produtor foi embora, não trabalhava mais lá. Os dois voltaram ao hotel, Ernesto, com saudades da mãe, decidiu voltar para a sua terra. Marcou o voo para a mesma noite.
Ao dizer que estava indo embora para a portaria do hotel, recebeu uma conta enorme, muito além da das economias que levou, eram os extras que comeu e bebeu no hotel.
Estava desolado no quarto quando chegou Picucha, o velho decidiu ajudá-lo. Os dois desceram para a portaria, Picuhca mandou Ernesto sair disfarçadamente, ao ver o garoto saindo o porteiro logo correu atrás, mas Picucha segurou-o mandando Ernesto correr, mas ele não queria ir sem Picucha. O velho se desvencilhou dos seguranças e saiu correndo e, ao atravessar a rua, foi atropelado, o menino pegou um táxi e levou-o ao hospital, porém já era tarde. Picucha já estava morto.
O velório na casa de Picucha foi esquisito, Ernesto conhecia apenas uma pessoa, uma companheira de voo e só. Ele, ainda preocupado com sua divida no hotel, comentou com ela sobre esse fato, que teve o prazer de dizer que pagou toda a dívida do jovem. Ernesto ficou aliviado.
O menino ia saindo, quando avistou um álbum de fotos de seu avô, o mesmo continha todas as fotos de suas aventuras. Levou para casa, talvez essa seria a única lembrança de seu avô, além é claro das histórias que escrevia.
Ernesto voltou uma única vez para o Rio de Janeiro, já casado, sem mais escrever as histórias de seu avô, apenas lembrando delas, principalmente dos cavalos e o obelisco.

- Pedro

Escrito por oitavacmaq

Agosto 26, 2009 em 9:04 AM

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