O Cachaceiro e o Motobói
Em um certo dia numa clínica de recuperação, encontraram-se um energúmeno cachaceiro com apoplexia e um ulceroso motobói com arteriosclerose.
Os dois planejavam fazer uma disseminação na clínica, que era tão incomum, que seu formato era psicoforme. Este recinto abrigava demente rechonchudo, demente rizófago e até demente cafajeste.
Depois de aporrinhar o seu “amigo” ulceroso, o cachaceiro decidiu ler a Bíblia Sagrada. Exatamente, o demente bebum leu aquele calhamaço de páginas em 4 anos, e após o término do apocalipse resolveu mudar de religião.
Pior de tudo que naquele quarto de número dezoito, o motobói arteriosclerosado tinha uma AK 47 do Exército Inglês com um cartuchão de 35 balas. Nem mesmo o motobói sabia como conseguiu entrar com aquela arma.
A prática do futebol era bem comum na clínica, principalmente quando estavam na cancha o time dos doutores contra o time dos recuperandos. E foi em uma dessas partidas que o cachaceiro teve um rompimento nos ligamentos cruzados do joelho. Quer dizer, rompimento não, uma deterioração no tórax e no joelho esquerdo. Uma dor tão forte que fez o energúmeno vociferar um grito ensurdecedor.
Enquanto os “atletas” cercavam o cachaceiro ficar perneta, o motobói foi cochichar com o juíz para ver se penalti seria marcado, já que se os recuperandos ganhassem o jogo, eles não precisriam participar de uma daquelas palestras que falam sobre o psicossical, e metade da platéia dorme enquanto ouve o palestrante. E além da liberaçãO da palestra, mais um gol para o time dos recuperandos iria escarranchar de vez os doutores que já num alto grau de lassidão abandonariam a partida, e não haveria gol ressuscitador nehum para acabar com a felicidade dos recuperandos.
O cachaceiro e o motobói exageraram tanto na comemoração pela vitória no futebol, que após a recuperação do joelho e dó tórax do bebum, foram
“convidados a se retirarem” da clínica.
A primeira coisa que os dois amigos (a essa altura quase irmãos), fizeram foi ir a uma salsicharia. O local era granfino, mas a fome dos dois era tanta que foram vestindo os trapiches usados no centro de recuperação.
Comeram uma vaquejada inteira que não sobrou para nehuma mosca varejeira fazer uma disseminação da sobra alimentícia.
O cachaceiro se apaixonou pela Bíblia e começou a catequizar para espalhar pelo mundo tudo que a catequeze nos ensina.
O motobói trabalhou como deputado na assembléia legislativa, como jardineiro (adorava cuidar do crisântemo, mas abandonou o trabalho por causa do mormaço no verão) e como professor de português onde ensinou todos seus alunos as orações assindéticas e o emprego dos hífens e impôs com firmeza um passadiço entre alunos e professor.
Motobói convertido
Caminhando com firmeza e rebuço, o motobói mais energúmeno, cachaceiro, rechonchudo e cafajeste do mundo, saía de uma salsicharia para ir à uma assembléia, cuja falaria sobre três coisas distintas: o emprego de hífens, homem pisciforme e palavras assindéticas. Não esquenta não, são assuntos psicossociais.
No caminho, decidiu vociferar um barulho ensurdecedor, como se fosse uma vaquejada. Com essa desatenção, em um momento de total lassidão, o motobói tropeçou em um cocuruto. A queda causou uma deterioração no tórax, arteriosclerose e apoplexia. Coitado! Ainda consciente ele disse para um menino, que ali estava ir para casa, pegar um cartuchame de balas e colocar em sua 12 para que o motobói pudesse se matar. Preferia morrer a ficar assim. Isso causou uma grande repercussão na multidão, fazendo com que ocorresse uma grande disseminação da platéia presente.
Foi, então, para o hospital. Chegando lá, depois de 18 cirurgias e três dias em coma, em um momento ressuscitador, acordou. De presente recebeu, não faz a mínima idéia de quem, um calhamaço de crisântemos. Ficou feliz, mas novamente algo foi lhe aporrinhar. Uma varejeira rondava as flores e o zumbido dela o deixava louco. Chamou a enfermeira e, ao pé do ouvido dela, teve a idéia de cochichar para que ela matasse a mosca. Pronto! Talvez aí todos momentos de tristeza dele acabaram. O homem comparava a tristeza àqueles tipos de mormaço que chegam a nos angustiar.
O médico lhe deu alta e falou: não coma nenhum alimento ulceroso e saia daquele trapiche.
O motobói, então, decidiu escarranchar seu desejo de ser rizófago e de tornar-se um verdadeiro cristão. Já que depois da catequese, nunca mais foi à igreja. Depois de um tempo fez ainda melhor. Quebrou o passadiço existente entre a Igreja e os jovens. Decidiu catequizar à todos para que não se tornassem um motobói energúmeno, cachaceiro, rechonchudo e cafajeste como ele.
PEDRO…
Era uma vez um rizófago, que tinha muitas dores no tórax, além de apoplexia e arteriosclerose. Em resumo, ele era todo problemático. O cafajeste – ele ia aporrinhar a mulher todas as noites, já que também era meio cachaceiro – trabalhava como motobói, cujo símbolo era um crisântemo, e vivia entregando pizzas na catequese em que a irmã dele ensinava. Na verdade, em vez de catequizar as crianças, ela começava a cochichar com o namorado energúmeno e rechonchudo, que era médico psicossocial, mas só de fachada, afinal, o cara trabalhava em uma salsicharia, e vivia na lassidão. O local era pisciforme, o que é uma jogada de marketing bem fajuta, já que, hm, lá se vendem salsichas. O homem era um vagabundo mesmo, e dormia em um trapiche, que ficava depois de um passadiço sujo e encardido. Lá dentro era um mormaço só, e beirava a podridão. Uma decepção para sua mãe, que o sustentou com firmeza durante toda sua vida. Ela vivia a vociferar para ele, em um tom ensurdecedor. E sempre tinham platéia, já que os empregados pareciam formar uma assembléia, quase como moscas varejeiras em cima da comida. A repercussão era tanta que até os vizinhos comentavam. Passava dos canteiros e chegava na casa dos Silveira, que faziam coleção de cartuchames e roubavam os cocurutos da rua. O bisavô do patriarca da família tinha descoberto que ovo era ulceroso, e por isso eram ricos. A casa tinha um calhamaço, e odiaram quando colocaram hífens em várias palavras, na reforma ortográfica. O rebuço era tão grande que o filho deles até teimava com a palavra “assindética” – não me pergunte o porque. O que eles precisavam mesmo era de um ressuscitador, pra trazer de volta o tal do bisavô. Quem sabe com um suborno o cara resolveria o problema do menino com o português.
- Caroline
Texto de port Ruan :DDDDDDDDDDDDDDDDDDD
Catequese do Motoboy
Era uma vez um motoboy muito cachaceiro que todos do seu bairro queriam aporrinhar por causa do barulho que fazia, mas muitos tinham pena dele, pois tinha perdido a única pessoa da sua família, seu pai que acabou morrendo de arteriosclerose, apoplexia e também parecia ser ulceroso.
Sempre que saia na rua todos olhavam para ele e cochichavam com uma cara de rechonchudo porem ele não dava muita bola. No caminho para o seu trabalho ele passava por uma vaquejada sempre com muita platéia. Nunca conseguia olhar direito para dentro, pois, na frente havia um poste pisciforme escrito com hífens “Procurando Emprego?”.
Chegando ao seu trabalho quase tropeçou em um cocuruto escarranchado e em estado de deterioração no chão, logo seguiu o seu caminho quando do nada sente uma dor forte no tórax então se queixou com um grito ensurdecedor “ESTOU MORRENDO”, sendo que a forte dor era de uma varejeira que ele tinha comido no almoço.
Mas em todo caso deixou o trabalho de mão e seguiu para o hospital, chegando lá deu de casa com um homem que era psicossocial que lhe falava:
- Você tem que ir para a assembléia.
Então respondeu:
- Por quê?
O louco simplesmente colou o seu rebuço no rosto e seguiu o seu rumo o deixando o coitado falando sozinho.
O motoboy pensou: Bobagem porem lembrou o que seu pai sempre dizia:
- Com louco não se discute filho.
Saiu correndo para a assembléia passando por uma classidão de pessoas, chegando lá ouviu o padre dizendo quem passar por essa porta agora será um cafajeste quando idoso, no mesmo momento todos olham com uma cara de AH SAI DAQUI NÉ. Mas seguindo os conselhos do louco ficou.
O padre começa a falar sobre assindética mesmo ele sabendo muito sobre isso continuou a escuta-lô. Começou a repercussão de um som que ele já conhecia e começou a cantar enquanto o padre colocava um calhamaço de cartuchame na sua impressora pra imprimir as musicas do dia.
Para entreter o publico ele chamou Crisântemo que falava de disseminação e sobre catequizar.
O motoboy se estressou com toda essa bobagem e foi para a sua casa.
Ruan Flesch Pereira
Aventura
Era uma vez um gato energúmeno e cafajeste que estava saindo de um centro de catequese, debaixo de um grande mormaço, porque seu dono foi se catequizar. Quando estava saindo avistou um motobói e um cachaceiro ensurdecedor que estavagritando para os céus com muita repercurção. Andando pelas ruas o gato tambémavistou uma assembléia em que muitas pessoas estavam a cochichar, o gato rechonchudo também observou uma figura psiforme a qual o atraiu de fome para um velho trapiche, mas chegando lá viu apenas uma mosca varejeira. Irritado com a mosca teve vontade de deteriorar o inseto com firmeza mas foi embora e da calçada avistou um homem rebuço, psicosociale ulcerosocom um grande torax e que vendia também carne de vacas rizófagas. Chegando perto da mesa de carnes o gato aporrinhou um pedaço de uma vaca que parecia ter apoplexia a arteriosclerose, correu para a outra parte do estabelecimento através de um passadiço. O local era um tipo de reservatório, havia um cartuchame sobre uma das mesas, um calhamaço de folhas de outono num canto e pela janela avistava uma bela estrada cheia de cocurutos. E depois de todo quele esforço o gato sentiu uma grande lassidão que o fez lembrar que um homem havia dito a mesma palavra mas porque havia feito uma disseminação, e logo após esse dia de aventuras o gato adormeceu.
Paola C.